aceno

nunca tentou compreender
a despedida,
nunca perguntou, inquieta,
a razão,
nunca confessou raivosa
a surpresa.
apenas permaneceu com o aceno vazio
no ar,
um aceno eterno,
um adeus perene
sem razão.

(scs, 10512)

A impressão de sua alma a esse poema: